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Tag: comunicação

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Notinhas Eleitorais (no jornal Correio Rural)

Opinião em forma de “pitacos irônicos” publicada no jornal Correio Rural, edição 5298, ano 104, de 26 de Agosto de 2016 – no espaço cedido do colunista “O Markara”.

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(e, uma honra, ao lado do patriarca do jornal, Milton Santos)


RUMO À ASSEMBLEIA – Já estão nas ruas vários ótimos candidatos a assessor de deputado estadual, oficialmente inscritos como postulantes à Prefeitura.

O FUTURO É DOS NANICOS – Não, não estou dizendo que algum partido nanico crescerá magicamente. É que, com tanto partido e tanto candidato, em 2017 é provável que tenhamos muitas “bancadas” de um vereador só. No samba da governabilidade, cacique nanico vai virar rei.

DISCURSO VISUAL – A propaganda do PT está, como sempre, muto bonita. Mas neste ano não vemos nela a famosa estrelinha vermelha. O que talvez seja boa ideia, dada a queda abrupta de popularidade do partido. Com o slogan “no Ridi eu voto”, a aposta é no “voto pela pessoa”. No mínimo, estamos diante de uma baita guinada no discurso petista.

QUAL O INTERESSE? – A (enorme) coligação do vice-prefeito André pediu a impugnação dos dois ex-prefeitos petistas (Ridi e Alex), por causa dos problemas nas contas de seus governos. A chapa petista, que não conseguiu nem preencher sua nominata, é tão assustadora assim?

CASO DESISTISSEM – Ao contrário do senso comum, se Ridi (e mais uns dois candidatos) desistissem, a vantagem seria para a oposição, que passaria a dividir menos seus votos.

A ZOEIRA, SEMPRE – Toda eleição é terreno fértil para os piadistas de plantão. Candidatos bizarros, promessas mirabolantes e coligações tão esdrúxulas quanto quilométricas rendem muitas risadas.

É VOCÊ, SATANÁS? – Eu não posso reproduzir aqui o “santinho”, então, vocês vão ter que simplesmente acreditar em mim: tem um candidato em Viamão cujo nome é… “Demônio”!

OUTROS SERES – Temos também “Adriano Muskito”, “Cabeção”, “Cafuringa”, “Pintinho”, “Sapinho”, “Ferrugem”, “Tutu”, “Nelsinho de Verdade” (estilo cavaleiros do zodíaco), “Alemão do Gás”, “Nego Leco”, “Jessé da Ipiranga até Viamão”, “Tiazinha” e outros.

OS ETERNOS – E temos os candidatos que eu admiro pela persistência (sério, sou amigo de quase todos): Adroaldo Luvizetto, Raildo, Mariozan, Canelinha, Reginaldo, Vitor Marileu, Ciro Barbosa, Dr. Wailer, Kadú, Vânia Schaurich e, depois de longa ausência, Silva Leandro!

TENTANDO VOLTAR – Já foram da “Série A” e tentam voltar do grupo de acesso: Juarez de Souza, Valmir Moura, Belamar, Katofa, Professor PG, Tadeu Nunes, e o querido ex-deputado-relâmpago Zilmar Rocha!

 

News conference

Assessoria de Comunicação além do feijão-com-arroz

Fazer jornalismo é uma coisa. Fazer Assessoria é outra. E se tem uma coisa que os profissionais deveriam ter sempre em mente é isso: não ficar na defensiva.

Órgãos públicos e empresas que prestam serviços concedidos muitas vezes têm profissionais de Jornalismo e Relações Públicas em algum setor dedicado à manutenção da imagem da entidade. A coisa mais comum é que este setor seja um “bombeiro”, servindo apenas para “apagar incêndio”.

A imprensa dá um PAU na instituição, apontando uma falha no serviço? A Comunicação manda uma nota explicando e dizendo as providências que serão tomadas. Moradores organizam protestos e abaixo-assinados? A Comunicação lança uma nota dizendo que serão atendidos e praticamente pedindo “perdão, isso não vai se repetir”.

A imagem que se cria das instituições é de que são incompetentes, não fazem o que têm que fazer, mas há uma saída: elas agem sob pressão.

Que estratégia mais FURADA, né?

Comunicação Social, seja de que entidade for, tem que viver na OFENSIVA, não na DEFENSIVA.

Ela não pode ser um tapa-furos na imagem da empresa. Não! Tem é que partir para cima e fazer essa imagem se agigantar, brilhar! Fazer brilhar tanto, que ofusque a visão da opinião pública a ponto de ela não notar pequenos furos!


COMO SE FAZ ISSO?

Uma empresa de água e esgoto, por exemplo! Óbvio que, quando um cano estoura na rua e sai nos jornais a foto da porcalhada se esparramando na pista, será preciso emitir uma nota dizendo por quê aquilo aconteceu, e ressaltando a rapidez da solução.

Mas fora RESPONDER, é preciso mostrar o que se está fazendo. Inserir isso no dia a dia: não se faz mais obra grande nenhuma sem uma câmera fotográfica mostrar o trabalho! Não se faz NADA sem emitir uma nota enviada a todos os jornais, sites de notícia e rádios na região de interesse. Nada!

Aí, o Zé das Couves, o cidadão lá, ele abre o jornal um dia e se depara com a notinha: fizeram obra em tal lugar. Dali a uns dias, ele olha e vê outra obra não sei onde. Mesmo que a rede dele esteja RUIM, ele pensa “pô, os caras não estão vagabundeando, e daqui a pouco, chegam aqui!” – porque a imagem do órgão e da empresa pública é a de um lugar com ar-condicionado onde marajás concursados ficam tomando cafezinho!

Sim! Comunicação ATIVA!

News conference
News conference

Mesmo quando dá um problema, não se pode dizer apenas o básico sobre a solução. É preciso bater foto de uns técnicos se ralando, cavando, emendando. E lançar isso para o povo ver!

É como quando falta luz: as pessoas estão lá, com a TV apagada, o ar-condicionado desligado, morrendo de calor, ou frio, sem tomar banho. Elas imaginam um bando de burocratas coçando o saco. Não! Se elas vissem as fotos dos eletricistas pendurados na rede, brigando contra a chuva, o vento, as árvores, na próxima falta de luz, elas imaginariam os caras lá, brigando para restaurar a energia, e a espera pareceria menos irritante. Ao menos, teria consciência de que uma eventual demora deve-se à dificuldade, não à falta de vontade.

Tudo o que possa construir a imagem tem que virar nota. Tem que sair no site da instituição. E tem que ser enviado aos veículos de comunicação.


O USO DO EMOCIONAL

Notas de comunicação institucional normalmente são frias e dizem apenas o essencial. Tudo o que narrei acima tem algo de novelesco. E é para ter mesmo!

Porque imagem é uma coisa que não se constrói no terreno do estritamente racional. Não! É preciso ser meio psicólogo! É preciso ser meio marqueteiro!

É preciso emocionar as pessoas e fazerem elas não apenas respeitarem a instituição, mas se apegarem a ela, confiarem nela!


CAMPANHA CONSTANTE

O clima de uma assessoria de comunicação tem que ser parecido com o de uma campanha eleitoral: é preciso “vender” a imagem o tempo todo. Como se houvesse uma eleição amanhã que define o destino daquela entidade. Como se houvesse uma concorrente querendo tomar-lhe o lugar, e o voto do povo decidisse isso.

Porque, no fim das contas, decide. Ex-funcionários de estatais privatizadas me darão razão.


O PODER DO “CALHAU”

Aí, alguém indaga: mas Fábio, como é que vamos divulgar esse material todo se não temos grana para ficar comprando espaços em jornais, rádios e sites?

E aí eu direi: não vamos COMPRAR.

Existe uma palavra, no jornalismo, que é “calhau”. Não sei se os estudantes de hoje usam esse mesmo termo, mas há dez anos atrás, nos diziam isso. Bem.

Digamos que o jornal tem que fechar à meia-noite para ser impresso. São onze e meia. O diagramador fechou aquela página malvada toda bonitinha, todos os anúncios estão ali, e todas as matérias. Mas tem aquele retângulozinho maldito que não tem conteúdo. Aí, ele sai catando uma coisa para colocar ali. E vejam que maravilha: tem uma matéria prontinha, uma nota, bem na caixa de e-mail da redação! É uma coisa que pode ser do interesse da população, uma obra, um comunicado, uma porcaria qualquer, de uma empresa que presta um serviço relevante!

Aí o cara “fecha” a página com aquela nota. E PIMBA! Não pagamos NA-DA!


O PODER DO “PODE SER”

Jornais e rádios menores fazem isso com freqüência. Os maiores, nem tanto, mas fazem. Aquela grande instituição mandou uma nota que até pode ser de interesse dos leitores. Mas ela não anuncia no jornal nem comprou espaço para botar aquele conteúdo.

Isso não quer dizer que não possa, FUTURAMENTE, vir a comprar espaços para botar publicidade institucional. Então, convém FICAR BEM com ela. E o editor resolve dar a nota, na esperança de ganhar uns pontinhos para o futuro.


A COMUNICAÇÃO POR FORA DOS GRANDES MEIOS

Fora isso, o material produzido deve ser publicado no site institucional. Em casos específicos, deve-se emitir um impresso com a matéria específica, que afeta a uma comunidade qualquer, e distribuir por aquela localidade.

Às vezes, nem é necessário: jornais do interior e jornais de bairro são sempre carentes de prestígio e credibilidade. Obter uma entrevista exclusiva com o dirigente de uma instituição cujo nome é forte e tradicional dá status, faz o veículo de comunicação parecer importante. Então, se um figurão aceita posar numa foto ao lado do diretor ou de alguém daquele veículo de comunicação, pode dizer o que deve ser dito, sem gastar nada mais do que alguns minutos do seu tempo.


A IMAGEM NÃO É TUDO, MAS É 95%

Talvez tudo isso que eu digo pareça estranho. Mas é estranho, porque dirigentes de coisas públicas ou não totalmente privadas costumam focar na política. Seu cargo depende de agradar a algum político. Ou, em alguns bons casos, depende de ser tecnicamente competente, de contentar um olho invisível que se expressa em números e metas.

Hoje, na era da informação, da democracia de massas, o espectador mais importante não é o figurão, não é o relatório: é o consumidor. Vivemos em um tempo em que tudo funciona pela lógica do Mercado. Um sujeito compra um carro da marca X e não da Y porque aquela marca lhe inspira confiança, porque ela dá a impressão de status social, etc. Ele forma o juízo dele acerca do carro, em parte – APENAS EM PARTE – pela experiência prática do rodar com ele. O resto, é subjetivo.

E o mesmo ocorre com xampu, pipoca, boné, canal de TV, a escola do filho. E com os serviços públicos e concedidos, oras!

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Hierarquia inter-edições de tamanho de letras de jornal

O assunto deste post pode parecer surpreendente para algumas pessoas, mas é importante: jornais impressos têm manchetes de capa de tamanhos variáveis, e estes tamanhos devem obedecer a algumas regras.

É preciso estabelecer uma HIERARQUIA DE TAMANHO DAS MANCHETES E CHAMADAS.

Claro, essa hierarquia, dentro de uma mesma edição, é algo simples de entender. É elementar: se em um mesmo dia o presidente da República comete suicídio, e um time de futebol conquista um título, eu vou colocar em letras enormes a tragédia, e uma chamada menor para o esporte.

Mas pouca gente se dá conta de que é preciso estabelecer uma hierarquia entre edições. Tem uma história curiosa dos anos 70, que teria ocorrido em um jornal qualquer… eu ouvi esse causo na faculdade, não lembro que jornal era. Mas era assim: um diagramador queria usar letras gigantes na capa para uma conquista do time do coração dele e do editor-chefe. Mas o chefe não deixou. “Esse corpo de letra aí eu estou guardando para noticiar a queda da ditadura militar”.

O que quer dizer? Quero dizer que, se o jornal sempre usar letras monstruosas, coloridas, colossais, para tudo, os leitores vão começar a ver o destaque como algo banal. Então, estabeleça um limite, do qual as manchetes só passarão para noticiar fatos realmente marcantes. Assim, mesmo quem não é leitor contumaz de jornal (ou do SEU jornal), vai saber que NAQUELE DIA vale a pena ler.

Olhem o exemplo abaixo. O cara ocupou MEIA CAPA de um JORNAL STANDARD. Esse jornal aí, pendurado na banca, era pouco menos que um outdoor!

Mas a manchete justificava:

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O uso de letras monstruosamente grandes assim em QUALQUER manchete, o uso delas no dia a dia do jornal, inviabiliza que uma edição com algo realmente bombástico seja percebida desta forma pelos potenciais leitores.

Use com moderação.

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Diferenças entre jornalismo no papel e na internet

Todos nós que cursamos uma faculdade de Jornalismo temos familiaridade com uma certa linguagem, uma certa “forma de fazer” matérias jornalísticas.

Muitas figuras proeminentes do jornalismo reclamam da ausência de lead nas matérias escritas para sites de notícias, ou do caráter incompleto destas coberturas, com textos muito curtos e superficiais. A visão que impera, ainda, é aquela que dita que a internet é apenas mais um meio para “imprimir” as matérias, escritas da mesma forma como sempre foram feitas.

Porém, é mais que evidente que esta rede operou uma mudança não apenas de meio, mas também do próprio conteúdo que é divulgado.

A diferença principal está no tempo.


JORNAIS IMPRESSOS são editados tarde da noite, e impressos durante a madrugada, para chegar às ruas na manhã seguinte. Assim, é preciso apurar o fato completo até o momento do fechamento da edição, e narrá-lo. O fator principal aqui é ter mais dados do que os concorrentes.


JORNAIS VIRTUAIS são editados em tempo real, e a publicação ocorre imediatamente. Em muitos casos, o principal mérito do veículo é ser mais rápido que os demais, assumir a dianteira e ser capaz de mantê-la, minuto a minuto.


Nos primórdios da Internet, era costume lançar matérias de estilo tradicional sobre algum fato novo e, depois, ir publicando dentro dela notas de atualização. Os profissionais, editores e chefes de redação ainda estavam presos à ideia de fazer “a matéria sobre tal fato”, e a adaptação aos tempos de um veículo que não fora feito para ter “matérias fechadas” sobre acontecimentos em curso ainda engatinhava.

Depois, começou a tornar-se universal o formato atual: publicam-se várias notas com o fato em curso, e no final, se ele for interessante o bastante, faz-se uma grande matéria para ficar no ar, que as pessoas usarão praticamente para memória e pesquisa histórica.


UM EXEMPLO PRÁTICO DAS DIFERENÇAS

FATO: Incêndio nas Lojas Zezinho.

O incêndio começa cedo pela manhã, é apagado por volta do meio-dia, e até o final da tarde, dá para mais ou menos saber quanto foi o prejuízo.

A COBERTURA JORNALÍSTICA TRADICIONAL terá uma matéria escrita às 23h daquele dia, para ir para a prensa na madrugada.

INCÊNDIO NAS CASAS ZEZINHO DEIXA UM FERIDO

A loja foi tomada pelas chamas na manhã de hoje, e um vendedor está hospitalizado. Peritos apontam pane elétrica como possível causa.

Hoje, por volta das 9h, um morador da Rua das Palmeiras informou aos Bombeiros ter visto uma coluna de fumaça que saía do depósito atrás das Lojas Zezinho. Minutos depois, o fogo começou a avançar pela própria loja, lotada por causa da promoção de eletrodomésticos.

Na correria que seguiu-se, o vendedor Carlinhos da Silva acabou ferido.

O Corpo de Bombeiros só conseguiu chegar ao local por volta das 11h, e apesar de contar com dois caminhões, as chamas só foram debeladas por volta das 13h. A demora no atendimento chegou a provocar um princípio de tumulto.

À tarde, técnicos da seguradora Armadura avaliaram o prejuízo em 200 mil reais. A causa provável para o incêndio, apontada pela perícia, seria uma pane no sistema elétrico do prédio.

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Já a COBERTURA PARA INTERNET não terá este aspecto tão acabado e completo. Ela será feita por notas curtas, publicadas de tempo em tempo:

10:12

Incêndio nas Casas Zezinho

Está acontecendo neste momento um incêndio na loja Casas Zezinho, na Rua das Palmeiras. O local estava lotado por causa de uma promoção, e uma multidão está aglomerada na rua em frente ao prédio, após fugir em pânico.

10:18

Casas Zezinho: um vendedor ferido

O vendedor Carlinhos da Silva sofreu ferimentos em diversas partes do corpo após ser pisoteado pela multidão que escapava em pânico da loja em chamas. Ele é o único ferido de que se tem informações até o momento.

10:29

Casas Zezinho: revolta com a demora dos bombeiros

Continua o incêndio nas Casas Zezinho, e os bombeiros ainda não chegaram ao local. O povo em frente à porta da loja já começou a gritar frases de protesto e cobra mais agilidade das autoridades.

11:01

Bombeiros chegam à loja Zezinho

Dois caminhões do Corpo de Bombeiros acabam de chagar em frente às Casas Zezinho, para combater o incêndio que começou há duas horas atrás. A multidão de clientes que formou-se em frente ao prédio está sendo dispersada.

11:16

Bombeiros enfrentam dificuldades no incêndio da loja Zezinho

“Nós trouxemos dois caminhões porque essa loja é muito grande e tem muito material inflamável. A presença de algumas pessoas ali, alguns curiosos, dificulta tudo ainda mais”, afirmou o comandante Arnaldo Botelho.

11:40

Vendedor das Casas Zezinho está no HPS

O vendedor Carlinhos da Silva, ferido no corre-corre que ocorreu no início do incêndio da loja, está no Hospital de Pronto Socorro. Ele passará por exames para avaliar a extensão dos ferimentos.

11:55

Fogo sob controle nas Casas Zezinho

As chamas na loja agora estão restritas ao depósito, que parece ter sido a origem do incêndio.

12:23

Fim do incêndio nas Casas Zezinho

Há poucos minutos, os bombeiros conseguiram apagar os últimos focos de chamas na loja da Rua das Palmeiras. Peritos da seguradora já aguardam para fazer a avaliação dos prejuízos.

14:00

Vendedor ferido nas Casas Zezinho passa bem

Carlinhos da Silva, vendedor ferido hoje pela manhã no incêndio da loja, teve uma costela e dois dedos de uma mão quebrados ao cair no chão e ser pisoteado pela multidão em pânico. Ele está internado no HPS, e apesar dos ferimentos, está consciente.

19:00

Casas Zezinho: prejuízo de 200 mil reais

Os técnicos da Seguradora Arnadura concluíram uma avaliação preliminar e dizem que o prejuízo na loja incendiada hoje pela manhã foi de algo em torno de 200 mil reais.

19:05

Pane elétrica teria sido causa do incêndio na Casas Zezinho

Ainda segundo os técnicos da seguradora, a causa mais provável para o incêndio seria uma pane elétrica no depósito.

00:45

(essa informação não vai aparecer no jornal, que foi fechado à meia-noite)

Dono das Casas Zezinho diz atender normas de segurança

Em entrevista coletiva agora à noite, o empresário José Zinho de Oliveira, proprietário das Casas Zezinho, disse que o estabelecimento está com o PPCI em dia e que teve seu sistema elétrico reformado há poucos meses.


Este post ficou longo, mas ele buscou demonstrar uma diferença de prioridades: a cobertura na internet é uma corrida, já que os concorrentes também estão tentando lançar notas, de hora em hora ou minutos em minutos, com novidades que façam com que o leitor passe a segui-los.