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Autor: fabio.salvador

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Enquete da Candidata Mais Gata 2010 chega ao fim depois de disputa emocionante

Acabou-se o que era doce: a enquete A CANDIDATA MAIS GATA 2010 chegou ao fim hoje, à meia-noite do dia 3 de Outubro, o grande dia em que os brasileiros decidirão, em outra votação, esta sim muito séria, o seu futuro. Confira o resultado final.

gata_2010

Bom. A enquete acabou-se e a votação fechou-se há quase duas horas. A grande vencedora foi a candidata a deputada estadual Kaká Bento, do Partido Socialista Brasileiro. Uma mulher linda, de pele e cabelos negros, que foi inclusa na enquete com um certo atraso, e demorou a deslanchar. Mas, quando deslanchou, foi pra valer. Pelo que fiquei sabendo, teve gente do diretório estadual do PSB que ficou sabendo da enquete e até a candidata estaria sabendo. E pelo que me comentaram, gostou da idéia.

A segunda colocada chegou a ser líder por vários dias. É a também postulante a Estadual Gisele Uequed, do Partido Verde. Uma mulher também muito linda, que teve uma militância aqui em Viamão liderada pelo Daniel do Diário e pelo Guto. Uma curiosidade: a Gisele tem um vídeo, no Youtube, no qual ela aparece (com seu lindo sorriso) ao lado da Marina Silva, enquanto a presidenciável nos apresenta (a nós, eleitores), essa grande figura chamada Gisele. Mas este vídeo, que ficou ótimo, não foi para a TV.

A terceira colocada é a candidata que deteve a liderança pelo maior número de dias. Jéssica Nucci, a coisa mais lindinha (e radical) do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado. Ela que, aliás, no seu último vídeo da campanha, me fez olhar para o infinito e perguntar: “tem como ser mais bonita?” Aqui em Viamão, a torcida dela foi encabeçada pelo professor Felipe. Mas não foi só ele. Essa “pequena notável”, com sua carinha de menina, físico mignon e voz de estrelinha de novela, ganhou uma legião de admiradores. Um verdadeiro anjo revolucionário, socialista e faca-na-bota.

A quarta colocada nunca ocupou a liderança, mas na reta final, parecia estar encaminhando-se rapidamente para o topo. Estamos falando da Any Ortiz, do Partido da Social-Democracia Brasileira, popularmente conhecido como “o partido dos tucanos”. É outra candidata com jeito e cara de menina, que por isso mesmo conquistou os corações dos nossos leitores marmanjos.

O quinto lugar coube à candidata mais velha da disputa, mas nem por isso menos linda. Adriana Steimetz, do Partido da Mobilização Nacional, uma loira de parar o trânsito, dona de um rosto de anjo e um corpão, ocupou a liderança por vários dias seguidos e só foi superada perto da reta final. Mas nos corações de muitos e muitos freqüentadores aqui do blog, é e sempre será a campeã das político-gatíssimas.

O sexto lugar coube, bizarramente, à grande favorita desta enquete: Manuela D’ Ávila, do Partido Comunista do Brasil, é um mulherão, um tremendo de um mulherão. Ganhou a alcunha de “musa do Congresso”, e fez com que vários senadores e deputados se referissem a ela falando como verdadeiros velhos babões diante das câmeras.

A sétima colocação coube a outra candidata favorita na fase inicial da votação. A tucana Nadine Dubal, a Garota Verão de 1995, entrou meio atrasada na lista, teve uma disparada inicial mas logo perdeu o fôlego. Como ela é esposa do deputado Nelson Marchezan Júnior, não sei como ainda ninguém pediu um aparte em algum discurso dele para dizer: “senhor deputado, nobre colega, eu só quero interrompê-lo para dizer uma coisa, PARABÉNS, SE DEU MUITO BEM!”

A oitava colocada é a “neta do hômi”, ela mesmo: Juliana Brizola do Partido Democrático Trabalhista, herdeira do patrimônio político de um dos maiores (se não o maior) líder que o Brasil já teve, Leonel Brizola. Eu mesmo não sei como a Juliana foi acabar perto do final da lista. Ela é uma mulher muito bem feitinha de corpo, “bem fornida”, como diriam os antigos. Mas enfim, democracia é democracia, e a votação do povo é soberana.

E por último, na nona posição, vem a lanterninha Juliana Palhares, do Partido Socialismo e Liberdade. Eu a conheci pessoalmente e tenho uma certa opinião sobre as fotos dela: algumas não fazem justiça à candidata. Ela, que não gostou da enquete deste o primeiro momento.


 

Considerações finais

É importante salientar que esta enquete teve um caráter recreativo e de divertimento. Os resultados obtidos pelas candidatas nesta votação não têm relação alguma com a intenção de votos que serão dados nas urnas. Isso aqui não é uma pesquisa. E é possível que muita gente discorde das idéias da candidata em quem votou na enquete, porque aqui não estávamos avaliando idéias, e sim beleza física.

Cabe ainda deixar claro que todas as candidatas selecionadas para esta enquete são mulheres bonitas (senão, nem seriam listadas), e portanto ninguém deve se sentir ofendida por ter tirado esta ou aquela posição.

Para encerrar, quero agradecer a todos que votaram, apoiaram, torceram e se emocionaram nas três semanas em que correu a enquete. Foram 1257 votos, o maior número registrado nas enquetes aqui do blog até agora. E permaneçam ligados, porque eu vou ainda fazer entrevistas (vídeos) com as cinco primeiras colocadas da enquete. É ver pra crer! Uma boa noite a todos, e boa votação nas urnas!

moacir

Moacir de Souza está morto

Deu no jornal Sexta: “Por volta das 22h da última quinta-feira, faleceu o ex-vereador e ex-presidente da Unidos de Vila Isabel Moacir de Souza. O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Vereadores e o enterro ocorrerá às 16h na Capital gaúcha.”

Eu conheci o Moacir. Nunca o ajudei em campanha nenhuma, afinal, ele era filiado ao PPS, assim como seu irmão Juarez. Ele tem outro irmão, também político, o eterno vereador Antônio Gutierres.

Moacir era uma figuraça, sempre contando alguma história, planejando alguma coisa. É claro que também foi uma figura polemica, com contradições, e coisa e tal. Nunca fui muito alinhado com ele politicamente. Mas como pessoa era, pelo menos na minha visão, um cara legal.

moacir

Um fato curioso: nas eleições de 2008, eu pedi votos para o Russinho. Mas minutos antes de encarar a urna, e sabedor de que o PPS poderia ou não colocar um vereador por uma diferença mínima de votos, falei com a Fabiana e mais uns parentes, e demos cinco votos pro Moacir na última hora. Não adiantou: o PPS ficou sem cadeira por uns duzentos votos (uma miséria, para o tamanho do eleitorado de Viamão).

Há alguns meses o Moacir sofreu um derrame e eu já na época – estou sendo realista – embora desejasse melhoras, racionalmente calculava que o tempo dele estava acabando.

É uma pena. Uma pena mesmo.

gatas chamada

Resultado da Enquete A CANDIDATA MAIS GATA DE 2012!

A segunda edição da enquete A Candidata Mais Gata do RS, ocorrida durante as eleições de 2012, chegou ao final ao meio-dia da véspera das eleições. Esta edição do nosso concurso foi um recorde absoluto: tivemos a lista mais plural e a maior votação da história de qualquer enquete já promovida aqui pelo site.

Em 2010, tínhamos 9 candidatas, e recebemos impressionantes mil duzentos e poucos votos. Neste ano, eram 34 concorrentes, que somaram o inacreditável montante de 6711 votos!

Se somarmos a campeã e a vice de 2012, sua soma de votos ultrapassa o TOTAL da edição anterior do concurso, o que dá uma dimensão do imenso sucesso e crescimento desta gostosa brincadeira que fazemos em toda eleição.

Classificação final:

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lada na neve

Como consertar um Lada Laika usando peças de carros nacionais

O maior desafio da vida de quem tem um Lada Laika é achar peças para o carro. Felizmente, como trata-se de uma mecânica muito simples, é possível usar peças de carros brasileiros comuns. 

lada gatinha no outono

O Lada Laika, ao contrário do que se costuma pregar por aí, é um carro excelente. Foi lançado no Brasil logo depois da abertura do mercado para importações, no governo Collor, e competia em preço com o carro mais barato do Brasil na época, o Fusca. Só que, claro, com o motor muito menos barulhento, o espaço interno muito maior, um consumo de gasolina mais modesto, e potência bem mais empolgante.

Era um sistema complicado. Os Ladas saíam da União Soviética (da Rússia), iam para o Panamá, e de lá, para o Brasil. Não havia linha de montagem em terras tupiniquins. O problema é que, apesar de os carros da Lada serem populares, resistentes e simples de manter (o Laika é o equivalente do Fusca na Rússia até hoje: qualquer um conserta, e há peças em todo lugar), apareceram problemas na vinda das peças sobressalentes. Quando os Ladas no Brasil começaram a quebrar (natural com a idade), não haviam peças originais. O fim do socialismo no Leste Europeu e um sistema de logística muito mal pensados contribuíram para bagunçar ainda mais a vinda desses itens.

A solução foi usar o Método MacGyver. Brasileiros ladeiros foram adaptando peças de carros nacionais. Eu fui, orgulhosamente, um deles. E trago algumas contribuições sobre o quê usar no seu Lada.

Porque Lada é Rússia. Lada é proletário. Lada é sexy.

Nunca se esqueça disso.

lada gostosas


CABOS DE VELA

lada_cabos_de_vela

Os cabos de vela do Fiat Palio primeiro modelo (aquele dos anos 90) adaptam-se perfeitamente aos espaços e encaixes do Lada Laika. Parece até que foram feitos para ele. O que não surpreende, já que a Lada começou a fazer este carro baseado em um modelo da Fiat dos anos 1970, e a fábrica italiana seguidamente reaproveita, com aprimoramentos, desenhos que já deram certo em modelos anteriores.


CALÇOS DO MOTOR

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Essa adaptabilidade é completamente inexplicável: por quê um carro feito na União Soviética, em cima de um modelo da Fiat, teria calços do motor quase iguais aos de um carro brasileiro baseado em um modelo alemão de uma fábrica norte-americana? Eu não sei. Mas os calços de motos do Opala casam direitinho no Lada. Não me pergunte por quê.


ALTERNADOR

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Adaptar um alternador não é tão fácil quanto parece. É preciso levar em consideração o tamanho dele, o tamanho da polia, o encaixe dele no espaço junto ao motor. Assim como no caso dos calços, não tenho explicação alguma, mas o alternador do Escort Hobby parece feito para o Lada Laika. Na verdade, não do Hobby especificamente, e sim o de qualquer Escort com motor CHT. O regulador de voltagem e tudo mais são perfeitos.


TAMPINHA DO RESERVATÓRIO DE ÁGUA

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Uma palavra: Fiat 147. (ok, são duas palavras). Não só esta tampinha como inúmeros outros componentes pequenos do Lada Laika são assustadoramente iguais aos do Fiat 147. E não é para menos: o carrinho da marca italiana é o modelo exatamente posterior àquele que os russos usaram como base para o nosso amado carango comunista.


CARBURADOR

carburador_chevette

Aqui, temos a questão central: o carburador do Lada não é difícil de recondicionar. O problema é que oficinas que recondicionem carburadores estão ficando a cada dia mais difíceis. Eu mesmo só conheço uma, boa, no cruzamento da RS118 com a RS020. Então, em muitos casos, é preciso trocar o carburador do Lada Laika. Tem gente que usa de Fusca (não sei como fica), mas os dois que ouço dizer que são muito bons são o Solex de corpo simples (do Chevette, acho), e o Weber 460 (do motor CHT).


DISTRIBUIDOR

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Neste item, o Lada não tem exclusividade alguma em termos de adaptabilidade: sabe aquele distribuidor simplinho para carros com ignição eletrônica, que funciona no Chevette e mais um monte de veículos da mesma época? Pois é. Ele funciona no Lada Laika também. E não estou falando de adaptações. Ele encaixa perfeitamente.


E da minha parte, essas são as dicas! Se alguém quiser expandir a lista, sinta-se livre para usar o espaço de comentários.

lada enchente

 

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Surpreendendo a todos, Aníbal Damasceno de fato morreu

anibal_imortal

Eu poderia dizer alguma coisa para iniciar este triste post. Mas não vou. Alguém já disse melhor do que eu: o premiado cineasta (e ex-baterista/compositor dos Replicantes) Carlos Gerbase, escreveu em seu Facebook hoje:

“Anibal Damasceno Ferreira, meu primeiro professor de cinema, mestre de várias gerações de realizadores gaúchos, figura histórica da FAMECOS, especialista em Machado de Assis e Nelson Rodrigues, roteirista de filmes de Teixeirinha, intelectual do primeiro time e amigo generoso faleceu nesta manhã.

Um pouco do cinema gaúcho morre com ele. Um dia muito triste para mim e para todos seus ex-alunos. O velório começa às 18h30 na capela D do São Miguel e Almas, e o enterro é amanhã, sexta, às 11h da manhã.”

Sim, este falando foi Carlos Gerbase, professor da MINHA geração de Famequianos. E eu também fui aluno do Aníbal, para vocês terem ideia do número de anos (de décadas!) que ele deu aula. Era um professor de cinema absolutamente apaixonado pelo que fazia. Eu lembro dele, já muito velhinho, magro, subindo em cima de uma cadeira e nos mostrando o quê era um enquadramento em grande plano, segurando nas mãos uma câmera imaginária.

Era um professor brilhante. Às vezes, tinha suas esquisitices, mas era um dos profissionais mais sérios e preocupados em passar tudo o que aprendera em sua (incrivelmente longa) experiência.

Se ele começava a dar uma explicação, e precisava muito comer alguma coisa, bastava acompanhá-lo até o restaurante porque ele continuava a explicar. Eu já soube de casos nos quais ele acabou dando carona para alunos, só para poder concluir uma explicação dentro do carro. Não haviam perguntas inconvenientes, nem má hora para perguntar. Era um sujeito realmente singular.

Foi numa aula dele que eu rodei meu único curta-metragem sério existente ainda hoje, “As Mentiras que os Homens Contam”. Ficou uma droga, confesso, mas o Aníbal não limitava-se a dar notas: ele apontava cada pequeno detalhe que havia ficado errado. E por isso, a gente aprendia. Ele também tinha uma grande flexibilidade sobre o quê achava “errado”. Acho que ele tinha uma cabeça aberta às formas pessoais de criação, ou algo assim.

O Aníbal era uma figuraça. Vira e mexe, usava expressões arcaicas, fazendo todo mundo rir. A idade dele sempre fora um mistério para nós. Um dia, aproveitando-se da polêmica sobre sua idade, o Aníbal resolveu nos contar como foi seu primeiro contato com a profissão que abraçou: ele dizia que havia assistido ao seu primeiro filme no tempo em que se ia aos cinemas usando terno e gravata. E deu a entender que o filme era mudo! Até hoje não sei se era uma história verídica, ou se só estava querendo nos deixar mais intrigados quanto a sua idade.

Eu lembro que quando surgiu o Orkut, nós criamos comunidades do tipo “Seguidores do Juremir”, “Ovelhinhas do Mércio”, e por aí vai. Havia uma, em homenagem ao Aníbal, mas nós não tínhamos uma boa foto dele para usar. Então, algum gozador colocou a foto do vampiro, do filme “Nosferatu” (1922). A graça da coisa é que a gente dizia que aquele era o Aníbal, eu sua juventude, como ator (mentira, era o ator alemão Max Schrek). Depois, achamos uma foto legal ele e mudamos na comunidade. Hoje, isso tudo é coisa do passado (assim como o Orkut).

Eu não o via há anos, desde a minha formatura. Uma pena mesmo, sua perda. Algumas pessoas são tão marcantes e únicas que, mesmo sem a gente conviver e nem ter tido tempo de conviver muito, quando partem, nos deixam com o coração de luto.

Vá em paz, Aníbal, juntar-se à equipe que filma a gente aí de cima, e xingar os anjos que errarem o enquadramento.

miltom

Milton, um grande ser humano, entrou para as estatísticas da RS 040

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Águas Claras acabou de perder, hoje, Milton Lima dos Santos, uma de suas figuras mais queridas. Não encontrei hoje uma pessoa sequer que não estivesse consternada.

A notícia já correu no rádio e nos jornais, naquele tom sóbrio e neutro do bom jornalismo: uma van (do transporte de trabalhadores da Brahma) colidiu com uma moto, no quilômetro 25 da RS 040 (ali pela parada 80, 81…). O motociclista, Milton Lima dos Santos, 44 anos, morreu na hora.

Foi uma morte idiota e desnecessária. Mais uma de tantas.

Algumas pessoas correram a culpar o motorista da van. Outros, a espalhar o boato de que Milton havia bebido. Não foi nada disso. A razão mais provável foi um mal súbito que o fez perder o controle da moto. Se a estrada tivesse um canteiro central, ele provavelmente se esborracharia contra a grama, e sobreviveria, se não morresse do próprio problema que o “apagou”. Enfim.

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A morte do Milton provocou uma enorme comoção aqui na comunidade de Águas Claras. Era um sujeito querido por todo mundo, simpático, prestativo, muito simples e muito trabalhador. O Milton trabalhou durante anos no Condomínio Fazenda Country Clube, e atualmente, atuava no Goufe II. Morava no assentamento.

Havia recém acabado de pagar as prestações da moto e havia finalmente adquirido um carro novo para chamar de seu. E havia ganho, há pouco tempo, uma netinha.

Eu o conheci há pouco menos de uma década atrás, quando cheguei a Águas Claras. Eu era um “bicho de apartamento”, e o Milton me ajudou em diversas enrascadas no começo. Jogávamos conversa fora, na entrada do condomínio, e às vezes, ele me vinha contar alguma “barbaridade”, dando origem a algumas boas matérias do nosso jornalismo local.

O Milton era um baita profissional. Quando ele saiu do Country, lembro de ter comentado: “acho que o condomínio perdeu uma das melhores figuras que já teve por aqui”. Ele não era só bom na hora de fazer seu trabalho, era também uma grande pessoa. E falava as coisas de uma maneira divertida, direta, usando um vocabulário característico dele.

A gente sabia que ele contava as coisas erradas com indignação, mas ele tinha ao mesmo tempo um certo ar de naturalidade com a crônica da dura realidade. Era um sujeito pouco instruído, mas imensamente vivido.

Não faz muito tempo, meu pai resolveu vir a Águas Claras por dentro do assentamento, para evitar um engarrafamento-monstro na RS 040. Encontrou com o Milton, que o convidou para “vir aí qualquer dia, assar uma carne”. Pena: agora, vamos ter que cancelar esse churrasco.

Adeus, meu velho.